História da Sapatilha

As sapatilhas saíram no universo do mundo do Ballet e tiveram maior força devido à querida Brigitte Bardot, que foi bailarina clássica durante anos e pediu para que desenvolvessem uma sapatilha especial para ela. O modelo foi usado no filme “E Deus criou a Mulher” e Brigitte não a tirou mais dos pés.

Nossa História

DO SABÃO NA ESCOLA, Á SAPATILHA NA SACOLA.
A SNS nasceu através da veia empreendedora de sua fundadora Letícia Penna. Vendedora nata, essa veia, comum nos criadores de grandes ideias, pulsava forte sempre que enxergava algo com que pudesse trabalhar, desde sua adolescência. Vamos deixar com vocês, senhoras e senhores, a história contada pela protagonista.

“Aos 12 anos, a fácil comunicação era meu único capital”. Conheci uma Senhora, vendedora de maquiagem. A tal Senhora vendia batons através de um grande estojo vermelho, cheio de maquiagens, o que encheu meus olhos, como menina vaidosa que sempre fui. Um verdadeiro fascínio. Eu sabia que meus pais me comprariam um, se eu pedisse com jeitinho e esperasse o tempo certo, mas não. Queria comprar por conta própria, e teria que ser aquele estojo! Assim, pensei: ‘E se eu vender esses batons? Eu posso até ter o estojo todo’.

De repente e sem aviso, em uma manhã, apareci com a Senhora quase desconhecida na sala de minha casa. Nunca vou me esquecer do rosto estarrecido daquela senhora que tentava, meio sem graça, justificar à minha mãe o porquê da visita inesperada. A visita tinha o intuito de pedir o aval para que me tornasse vendedora de maquiagem daquela senhora. Não só ganhei a autorização, como também o apoio de minha mãe.

O negócio começou desta forma, a custo zero. O tal estojo vermelho ia parar nas minhas mãos, só teria que completar 08 vendas. Como todo vendedor que se preze, acionei minha rede de contatos e amizades e, em uma semana, ultrapassei meu objetivo inicial. Fiquei com tão sonhado estojo vermelho! Na verdade, não era apenas um estojo, era uma OPORTUNIDADE de ter algum dinheirinho, mais que isso, de ter um objetivo. Esta foi a primeira. Depois disso, não parei mais.

A próxima empreitada foi na escola. Todas as alunas, mas principalmente as professoras e funcionárias da escola faziam parte do meu público-alvo. Fui vender sabão! Sim, sabão! Além dos cadernos, levava em minha mochila, uma bucha e o produto. Com um pouco de vergonha, tenho que contar que chutava as paredes da escola para chamar a atenção das professoras, que, imediatamente, vinham reclamar do feito. Esse era o objetivo, pois assim poderia demonstrar a eficiência do meu produto, que limpava a parede instantaneamente. O Sabão era realmente muito bom e, assim, a venda estava feita. Fizemos muito sucesso na escola e as vendas aumentaram. Digo ‘fizemos’, pois nessa época já se praticava o tal marketing multinível, apesar de ninguém saber que este era o nome e eu, com 15 anos, cheguei a ter mais de dez pessoas em minha equipe, vendendo sabão.

A minha busca pela grande oportunidade continuava, e eu tinha certeza que um dia ela chegaria. Pegava o lucro das vendas e investia. Depois do sabão na escola, vieram as roupas femininas, que eram vendidas nos intervalos. Retirávamos o espelho do banheiro feminino e colocava no aparador da lousa, fechava as cortinas e a porta da sala que, agora, se transformava em provador para minhas clientes. Ficava na porta com um caderno anotando e recebendo as vendas do dia! Continuava estudando e até passei em um concurso público! Ufa! Era a oportunidade certa?

Seguir carreira, pensar na aposentadoria? Não foi isso o que ocorreu. Eu acumulava duas funções, pois a tal veia empreendedora pulsava fortemente. Depois que terminava as reuniões do trabalho, demonstrava chapas para grelhar alimentos. Ora, o universo que estava era feminino e o eterno assunto era ‘dieta’. Ficou claro que eu não conseguiria abandonar meu lado ‘vendedora’.

Depois das makes, sabões, roupas e até panelas, fui à Faculdade. Percebi que, na faculdade, não havia sequer uma Cantina. Pronto, encarei, mais uma vez, como uma oportunidade. Enchia a bolsa de chocolates e ia para a faculdade vender bombons. Não deu certo, chocólatras não servem para vender bombons!

Já com 26 anos, mais adulta, porém intrépida, cheguei da rua hora do almoço sem o único carro que conquistara. ‘Letícia o que é que você fez dessa vez?’ Perguntava meu assustado e austero pai.. VENDI! Para abrir uma empresa de serviços. Mesmo depois de quase três anos de trabalhando duro juntamente a dois sócios, o que sobrou foi experiência. E lá se foi o carro!

Como não podia ser diferente, a profissão na área comercial se fortaleceu, o que me possibilitou conhecer várias localidades. Houve um momento, no auge da carreira comercial, em que as dificuldades indicaram um caminho a ser percorrido, mas, para isso, eu precisaria ‘descer do salto’. Preferi calçar LINDAS SAPATILHAS que, além de beleza, trazia o conforto que precisava para encarar aquele momento de luta e perseverança.

O primeiro elogio pelo bom gosto nos pés me animou, porém, no segundo elogio, e este não veio sozinho e sim acompanhado de: ‘traz um pra mim também?´, eu percebi que nascia agora uma nova historia. PRONTO! O empreendedorismo pulsou forte em minhas veias mais uma vez. Saquei meu único meio de pagamento disponível na época, e resolvi calçar a oportunidade com SAPATILHAS. Mas, como tudo que fiz, tentei fazer da melhor maneira possível, percebi que as pessoas adoram um bom atendimento primoroso e, principalmente, algo exclusivo, portanto levando os modelos até a casa da cliente, conseguia atender as necessidades de todas. As redes sociais fizeram uma excelente ponte entre a Sapatilha na Sacola e nossas clientes satisfeitas! O sucesso foi inevitável!

Surge, assim, a SNS, materializando a tão sonhada oportunidade de ter seu próprio negocio eficazmente!

O negócio desperta grande interesse nas pessoas e, claro, a veia não parou de pulsar. Porém, agora ela pulsa por ‘compartilhar a oportunidade’ a pessoas que, assim como eu, sempre buscaram trilhar o caminho com seus próprios pés, sem precisar de salto alto. Vai uma Sapatilha aí?”

Missão

A SNS Nasceu com a missão de levar beleza e conforto aos pés das clientes através da praticidade.

Visão

Consolidar-se como a marca mais prática de se obter sapatilhas no mercado.